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As palavras não me escapam mais... andam sendo engolidas pela minha felicidade!!!!! 
Em novembro reestréia: Querô- uma reportagem Maldita no Galpão do Folias Em breve: Pomba Enamorada ou uma História de Amor , de Lygia Fagundes Telles Em meados de 2010 Medida por Medida, de Shakespeare. E no mais a banda está passando e eu aprendendo a tocar tamborim.
Escrito por Mosquitinho às 02h13
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já estou pensando ... casarei em breve!
Escrito por Mosquitinho às 12h17
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Do esquecimento
Quando eu acordo todos os dias são sempre um. Não há um beijo igual ao outro, mesmo que ele seja da mesma pessoa. Não há chuva que caia sempre na mesma direção. Meu carro trafega por muitos caminhos. Choro com lágrimas transparentes embora cada uma tenha sua cor. Nunca compreendi porque roubam minhas palavras. Nunca compreendi meu silêncio e minha respiração. Nunca gostei destas pessoas que não esquecem... Oh meu amigo! A vida é uma só para tanto rancor. Por aí andam dizendo que dá câncer. Stress. As lágrimas caem como pedras e arranham a íris. Íris são delicadas. É uma contradição. (mas) Onde há delicadeza há esquecimento. Oh meu amigo! Eu esqueci o quanto era bom estar por perto! Dê-me um abraço! Hum... Onde há amor, há esquecimento. Oh meu amigo! Como assim? Se é amor é amor! Não. Se é amor é esquecer... São apenas palavras. Palavras se vão quando sopro a fumaça do cigarro. Eu choro. Eu já esqueci. Quando eu durmo todas as noites são sempre uma. Eu tenho cada sonho!
Escrito por Mosquitinho às 19h53
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Manoel de Barros sempre tem muito a dizer!
Manoel de Barros sempre tem muito a dizer!
Uma estrada é deserta por dois motivos: por abandono ou por desprezo. Esta que eu ando nela agora é por abandono. Chega que os espinheiros a estão abafando pelas margens. Esta estrada melhora muito de eu ir sozinho nela. Eu ando por aqui desde pequeno. E sinto que ela bota sentido em mim. Eu acho que ela manja que eu fui para a escola e estou voltando agora para revê-la. Ela não tem indiferença pelo meu passado. Eu sinto mesmo que ela me reconhece agora, tantos anos depois. Eu sinto que ela melhora de eu ir sozinho sobre seu corpo. De minha parte eu achei ela bem acabadinha. Sobre suas pedras agora raramente um cavalo passeia. E quando vem um, ela o segura com carinho. Eu sinto mesmo hoje que a estrada é carente de pessoas e de bichos. Emas passavam sempre por ela esvoaçantes. Bando de caititus a atravessavam para ir ao rio do outro lado. Eu estou imaginando que a estrada pensa que eu também sou como ela: uma coisa bem esquecida. Pode ser. Nem cachorro passa mais por nós. Mas eu ensino para ela como se deve comportar na solidão. Eu falo: deixe deixe meu amor, tudo vai acabar. Numa boa: a gente vai desaparecendo igual quando Carlitos vai desaparecendo no fim de uma estrada… Deixe, deixe, meu amor. (Manoel de Barros- na minha opinião um dos maiores poetas brasileiros)
Categoria: O que os outros têm a dizer?
Escrito por Mosquitinho às 11h24
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Teatro para ninguém
Teatro para ninguém
Nesse ano de 2009 fui muito pouco ao teatro. Primeiro porque estive em cartaz durante quatro meses, em segundo porque estive sem dinheiro até para isso. E fiquei chateada por estar perdendo tantas peças. Hoje fiquei pensando que não fui assistir Bob Wilson. Em outros tempos eu teria tentado pelo menos ir até a porta do SESC para conseguir um ingresso. Mas não fui. Preguiça! Na sexta-feira assisti Nunzio, peça produzida pelo Folias que recomendo e muito! (mas não falarei dela... ). Hoje, domingo, passei o dia a ler o diário da Liv Ullman, reli cartas antigas... estava nostálgica... rs. Resolvi abrir o guia para ir ao teatro no fim da tarde. Fui à Funarte já que é ao lado da minha casa e poderia ir caminhando. Escolhi – Teatro para Pássaros- Qual o quê?!!!!! Na sinopse dizia ser uma peça que falava sobre teatro. Eu diria que sim, mas o que eu vi é mais ou menos assim: tudo que eu não gosto de ver no teatro!!!!!! Não quero falar mal da peça. Aprendi nestes anos que já é muito difícil fazer teatro e é foda estar ali com tanta gente, ou as vezes quase ninguém te olhando. Mas exatamente porque é tão difícil estar ali que tem de ser sagrado, único, como se fosse a primeira e última vez. Que puxa!!!!! Eu não acreditei em nada do que eu vi. E os atores tinham tudo para falar aos brados, pois falavam de seu próprio ofício. Não falo com alegria isso. Falo com tristeza. É engraçado! Já na primeira fala da atriz eu já soube que não ia gostar. E como tudo estava me incomodando eu prestava atenção em tudo menos na história que eles estavam me contando e que eu havia pagado para ouvir! Lembro que uma vez numa das minhas aulas de estética no Indac, o meu professor disse que quando ia ao teatro e assistia uma coisa ruim ele começava a analisar todos os mínimos detalhes e esquecia a peça... ficava ali olhando os pés, as mãos, as vozes, o cenário, o figurino, enfim... Lembrei dele durante o espetáculo e soltei até um riso de canto de boca. E lembro sempre do que Marco Antônio Rodrigues sempre nos diz: “tem que ser do caralho”. Ninguém quer sair de casa para assistir uma peça legal, quer sair de casa para ser do caralho! Eu devia ter ido assistir o Bob Wilson...
Categoria: sim, eu escrevi sobre isso!
Escrito por Mosquitinho às 23h01
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Sinto uma brisa. Minhas tardes tem sido ensolaradas. Nem sempre tenho conseguido tomar sol. Ainda sonho.
Escrito por Mosquitinho às 13h17
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"O Tempo só anda de ida. A gente nasce, cresce, envelhece e morre. Pra não morrer É só amarrar o Tempo no Poste. Eis a ciência da poesia: Amarrar o Tempo no Poste! E respondendo mais: dia que a gente estiver com tédio de viver é só desamarrar o Tempo do Poste"
(Manoel de Barros) Tenho lido muito Manoel de Barros, demorei um pouco para conhecê-lo infelizmente, mas ele faz brotar em mim um encantamento muito grande pelas coisas miúdas.
Categoria: O que os outros têm a dizer?
Escrito por Mosquitinho às 18h33
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olhar!
"quero que todos os minutos das horas, nos segundos mais graves, nos tempos perdidos, nas horas vagas... quando aparecer a lua... estejas sempre a me olhar. Porque eu não consigo ser mais sem que me olhes... seus olham fazem brotar a primavera" (por mim para ti)
Escrito por Mosquitinho às 21h25
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- no meio do palco-
- no meio do palco-
Havia uma menina sentada em frente a uma janela. Ela ficava a olhar durante horas aquelas pessoas que passavam, as crianças que corriam. De vez em quando saía dali e ia brincar com suas bonecas de pano e criava muitas estórias. Às vezes tocava flauta doce, às vezes brincava de cabaninha, às vezes dormia no meio do caminho. Às vezes sonhava acordada. Nas noites em que os fantasmas não param de aparecer, essa pequena corre para o teatro. Sem pedir licença entra e dá voltas, e mais voltas sem parar. Perde o fôlego. Suspira. Mergulha no meio do palco, olha as luzes, as coxias, percorre os camarins e sonhando senta na ribalta e fica a balançar os pezinhos bem devagar. Sonha acordada! De repente ela capturava todas as fases da lua e se sentia a Julieta – tu me amas? Sei que responderás que sim e eu acreditarei em tua palavra- . De repente, era uma bailarina azul, por ora um palhaço que voa e oferece balas aos pássaros. De repente ela podia ser tudo que sua imaginação quisesse... Os olhos atentos atrás da cortina esperando o início. O terceiro sinal. As cortinas se abrem. Eu me despedaço em sonhos. A melodia toca. Os olhos entram na caixa preta ou no círculo azul ou na rua cinza. Não importa. Ele acontece em qualquer lugar. Basta acenar e ele já vai entrando. Sirvo uma taça de vinho. Sirvo meus ouvidos, sentidos, boca, tato, paladar, me entrego. Depois do terceiro sinal não se cubra com casacos de veludo. Não ponha óculos escuros. Deixe os olhos sangrarem. A vida então pede passagem para acontecer. Eu desperto. Sou provocada pela urgência. Corro, dou mais um milhão e duzentas mil voltas. Morro e vivo em uma hora e meia. De repente a menina está novamente na janela, às mesmas pessoas passam, mas agora tudo está em tons de carambolas azuis. Que vontade de engolir o mundo! Uma alegria transborda dentro de mim.
Categoria: ...para um ensaio
Escrito por Mosquitinho às 15h51
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Há de se ter qualquer coisa de Vinícius...
Há de se ter qualquer coisa de Vinícius... " Uma mulher tem que ter Qualquer coisa além da beleza Qualquer coisa de triste Qualquer coisa que chora Qualquer coisa que sente saudade Um molejo de amor machucado Uma beleza que vem da tristeza De se saber mulher Feita apenas para amar Para sofrer pelo seu amor E pra ser só perdão"
Categoria: O que os outros têm a dizer?
Escrito por Mosquitinho às 12h35
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O tempo cura, mas e se o tempo for a doença? É como se as vezes tivéssemos de nos curvar para continuar vivendo. Vida. Um olhar basta. Uma piscada de olho. Um sorriso de canto de boca. Cura. Tempo. Espalhafatoso e coxo. Hoje o dia está nublado. Chove demais nas minhas terras. Eu tenho um guarda-chuva vermelho.
Categoria: fragmentos soltos
Escrito por Mosquitinho às 17h19
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BOLA DE MEIA
Isto porque a gente foi criada em lugar onde não tinha brinquedo fabricado. Isto porque a gente havia que fabricar os nossos brinquedos: eram boizinhos de osso, bolas de meia, automóveis de lata. Como eu brincava! Quando a gente é criança a gente acha que vai conquistar o mundo! E a gente conquista mesmo nas batalhas de cabaninhas, nos quebra-cabeças que se transformam, nos lençóis que viram roupas, fantasmas. Lembro de um sonho que tive uma vez. Aliás, eu sempre tinha esse mesmo sonho. De repente eu estava no meu quarto cheio de brinquedos, todos que eu queria ganhar, todos do mundo! Eu estava lá no meu quarto cor-de-rosa e eu fazia de conta que sapo era boi de cela e viajava de sapo, tinham também muitas bonecas de pano. Quando eu abria os olhos eles sumiam como vapor de água na chaleira. Um dia, eu pensei: “e se na hora em que eu estiver sonhando com os brinquedos, eu agarrar todos eles e abrir os olhos? Eu vou acordar com todos eles no meu quarto!” Que imaginação a minha! No meio do meu sonho eu me deparei com os brinquedos, agarrei todos com a maior força do mundo e abri os olhos. Que desilusão quando vi que não adiantou. Estranhei muito quando mais tarde precisei morar na cidade. Na cidade, um dia, contei pra minha mãe que vira na praça um homem montado no cavalo de pedra a mostrar uma faca comprida para o alto. Minha mãe corrigiu que não era uma faca, era uma espada. E que o homem era um herói da nossa história. Claro que eu não tinha educação de cidade para saber que herói era um homem sentado no cavalo de pedra. Para mim aqueles homens em cima da pedra eram sucata. O mundo era um pedaço complicado para a menina que viera da roça. Não vi uma coisa mais bonita na cidade que um passarinho. Vi que tudo que o homem fabrica vira sucata: bicicleta, avião, automóvel. Só o que não vira sucata é ave, árvores, rã, pedra. Até nave espacial vira sucata. (Um pouco de Manoel de Barros, um pouco de mim...) TARCILA ALBUQUERQUE
Escrito por Mosquitinho às 11h03
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QUEM AINDA NÃO VIU, NÃO SABE O QUE ESTÁ PERDENDO!!!!!!!!
Sexta-feira 13, março de 2009 Justiça para o pequeno bandido de Plínio Marcos Querô - Uma Reportagem Maldita, dirigida por Marco Rodrigues, põe o dedo na ferida aberta em vários países: a da numerosa população de crianças abandonadas Mariangela Alves de Lima Jornal - Estado de São Paulo
A consciência infeliz reconhece a dor do mundo e justifica, por meio desse saber, a repartição igualitária dos males. Sofrem pobres e ricos, sãos e doentes, homens e mulheres, virtuosos e transgressores. Desse modo, a existência é garantia de sofrimento. Pois é exatamente essa a perspectiva filosófica combatida por artistas e pensadores cujo propósito é agir, por meio da representação artística ou da luta política, para afastar da experiência concreta dos homens aquela espécie de sofrimento que pode ser evitada. Quem examinar com olho clínico os escritos de Plínio Marcos encontrará um trânsito ambíguo entre duas maneiras diversas de enfrentar a tragicidade. Suas personagens, ou pelo menos a maioria delas, sofrem não apenas as privações resultantes da pobreza e da marginalidade (variáveis associadas por ele em quase todas as obras), mas também feridas psíquicas que poderiam golpear seres humanos em qualquer estrato social.
Há uma estr atégia na ficção desse autor singular no panorama ideológico binário dos anos 60 e 70 do século passado e, se prestamos atenção nas intervenções dos narradores nas tramas dramáticas, veremos que se trata de uma articulação consciente para que seja possível entrever no sofredor vitimizado pela sociedade, ainda que seja como potência irrealizada, a dimensão maior da aspiração ética. Na sua obra, a solidariedade impossível em um mundo mau é o horizonte interior inatingível, mas, ainda assim, concebível para os que nunca a experimentaram. A adaptação do romance Uma Reportagem Maldita (Querô) para o teatro organiza de forma um tanto simplista duas intenções de representação. A voz predominante é a do moleque Querô, mas há a seu lado o observador que testemunha o determinismo social ao confessar a impotência para fazer qualquer coisa. Enquanto rememora os episódios da infância na orfandade e da adolescência entre bandidos, o rapazinh o menciona fatos comuns aos meninos que vivem na rua: "Só me tratei de favor. Comi de esmola, dormi de esmola. E isso não presta. Me senti jogado fora." Além do que pode ser testemunhado pelo jornalista que o escuta, contudo, há um contracanto de autopiedade e nostalgia que se manifesta raramente em palavras e é simbolizado pela figura da mãe morta. Para essa aspiração de bondade, pureza e afeto retribuído, que irrompe nos momentos de mais intenso sofrimento, não há linguagem e é preciso, do ponto de vista cênico, sugerir por meio da negação. No espetáculo dirigido por Marco Antonio Rodrigues, a ordem social que produz e explora esses pequenos bandidos é enfeitada para compensar a simplicidade da adaptação. Prostitutas, fregueses e malandros se amalgamam em uma imagem coral revestida com a sedução estética do grotesco. Abre o espetáculo a imagem de bordel idealizado, com alguns traços emprestados dos antigos cabarés onde personagens irreai s e nada sedutoras funcionam como quadro pitoresco para ambientar o conflito entre a mãe do menino e a cafetina. Trata-se, enfim, de um nascimento cercado por música e máscaras falsamente libidinosas, uma espécie de mito de origem análogo à cândida representação do presépio. Dessa imagem primordial, evocada nos delírios febris do protagonista, se desprende um menino irado, ferido e sujo como aqueles que povoam os cantos desta e de outras cidades. A força esmagadora da engrenagem social que o espetáculo estiliza e eleva à condição de alegoria é reforçada pelo contraste de uma representação singular de Querô. Só o menino é verdadeiramente um indivíduo e as personagens cruéis do seu mundinho nos parecem mais fantasmagorias do que perigos reais. Não há duvida de que o espetáculo reforça o verismo do protagonista recorrendo às informações oferecidas pela numerosa população de crianças abandonadas do entorno da casa de espetáculos no centro de São Paulo. Podemos ignorar os meandros do banditismo, mas o menino Querô é nosso conhecido. Embora representado por quatro elencos diferentes, fazendo parte de um experimento educacional, o arcabouço visível da concepção pode servir a diferentes atores. O fato é que nesta encenação a função exemplar e o mecanismo analógico, dois instrumentos para aferroar a inteligência do público, que o grupo Folias D?Arte maneja com destreza, subordinam-se a um protagonista desenhado pelo dramaturgo para incitar o terror e despertar a piedade. Há modos de produção da infelicidade coletiva que é possível explicar e combater, mas nada redime o mal feito às crianças e é essa alma russa que o Folias D?Arte identifica e respeita ao levar para o palco o pequeno, feroz e tristíssimo bandido de Plínio Marcos. Serviço Galpão do Folias. R. Ana Cintra, 213, 3361-2223. 5.ª a sáb., 21 h; dom., 20 h. R$ 30. Até 26/4
Escrito por Mosquitinho às 13h21
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Um sonho. Eu entrava com um sorriso largo e te via. Abraçava seu corpo quente. Uma calma, uma paz. Um choro. Vindo de longe a moça vestida de noiva chorava, chorava. Seria eu a noiva? Seria você o choro? O que sou eu? O que é você? O que somos nós? Choro de vez em quando escondida, me perco num labirinto de medos e desilusões. Sonho tanto. Eu sei que é você! Mas agora não me faça perguntas, não apareça nos meus sonhos. Caminhe sua própria história. Eu ando pela rua com meus sapatos vermelhos, sigo feliz, sorrio para alguns, aceno para as árvores, meus olhos arregalam para a lua cheia... meu nome.... significa vontade de viver!
Escrito por Mosquitinho às 14h20
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ACHADOUROS
ACHADOUROS
"A gente descobre que o tamanho das coisas há de ser medido pela intimidade que temos com as coisas. Há de ser como acontece com o amor. Assim, as pedrinhas do nosso quintal são sempre maiores do que as outras pedras do mundo. Justo pelo motivo da intimidade" (do livro Memórias Inventadas- Infância- Manoel de Barros)
Categoria: O que os outros têm a dizer?
Escrito por Mosquitinho às 11h20
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